O ensino corporativo

 
Vimos na aula de hoje com as amigas: Mariana & Érica que O Ensino Corporativo no Brasil teve início na década década de 90. Também conhecido com e-learning, essa modalidade de ensino através da Educação a Distancia tem sido usado como ferramentas de treinamento em empresas. Com um crescimento significativo, o e-learning, possibilita que os profissionais se atualizem nas suas áreas especificamente.
O crescimento do ensino corporativo no Brasil tem sido significativo, devido a vários pontos, como:

> Centralidade do aluno;
> Convergente com as necessidades do aluno e também da empresa;
> Facilidade de acesso e flexibilidade de horários;
> Custos menores quando comparados à formação convencional;
Redução de custos logísticos e administrativos (deslocamentos, alimentação, …). 
Tais desvantagens também ocorrem:
Dificuldades de adaptação a ferramenta e ao ambiente digital;
Dificuldades de adaptação a ferramenta e ao ambiente digital;
Necessidade de maior esforço para motivação dos alunos;
Exigência de maior disciplina e auto-organização por parte do aluno. 
Asista agora ao vídeo que é uma série do JN sobre o Ensino Corporativo no Brasil que tem mudado a vida de muitos brasieliros.

Seminário: 03/06/2011


A avaliação na EAD


Vimos com as colegas Kelly e Cintia que: O conceito de avaliação na EAD é entendido em perspectivas diagnósticas, formativa e somativa. A avaliação diagnóstica acontece com o conjunto de informações que se procura antes de obter um desenvolvimento, nesse tipo de avaliação verifica-se as habilidades dos alunos. É realizada de modo informal, uma vez que,que é orientada pela curiosidade e pela necessidade de obter respostas para dúvidas. A avaliação formativa requer em conhecer a opinião dos alunos buscando aperfeiçoar as expectativas dos alunos participantes. Esse tipo de avaliação visa identificar novos direcionamentos para que o aluno construa o seu conhecimento de modo correto. A avaliação na EAD é feita de forma presencial e on-line. Sendo avaliação presencial, que exige definição prévia de locais para a realização. E com a avaliação on-line pode-se trabalhar com portfólios, fóruns e seminários virtuais, chats e etc.
A avaliação somativa ou final é o modelo mais utilizado para a avaliação da EAD, podendo ser ou não combinada com a avaliação formativa. Esse tipo de avaliação é realizada no final do curso.
É evidente que a avaliação deve ser um processo contínuo, cabe ao professor qvaliar gradativamente.

Seminário:27/05/2011


O ensino com a interação, a cooperação e a colaboração na EaD


A nossa equipe formada por Amanda, Ana Paula e Claudia apresenta e aprende a interação do homem com a máquina, do homem com outro homem, ou alunos x alunos é um fator importante na vida tecnológica e aulas da EaD. Nos trabalhos da EaD é preciso que exista a cooperação, facilitando o desenvolvimento do trabalho coletivo. Que a colaboração também é importante, pois ela é fundamental para a construção e conclusão de uma atividade em grupo. Enfim, aprendemops a importancia de si trabalhar em equipe. “A experiência nos possibilita  vivenciar e comprovar na prática o quanto à aprendizagem colaborativa é viável e enriquecedora. Ficou evidente que é possível sim construir novos conhecimentos a partir do trabalho colaborativo em EaD”
Seminário 20/05/2011

O educador coletivo e individual

A equipe de Elaine, Carol e Roberta inicia fazendo uma abordagem às diferentes funções as quais o professor pode assumir são elas: O Professor formador: Explica a equipe que é aquele professor que orienta o estudo e a aprendizagem, ele ensina a pesquisar, a conferir as informações e a aprender; O Professor pesquisador: É aquele que realiza pesquisas com o fundamento de si atualizar em suas especificidades disciplinares, cogitam sobre sua prática pedagógica, fazem orientações e participam das pesquisas de seus alunos; O Professor tutorÉ o profissional que busca orientar o alunado em seus estudos relacionados aquela determinada disciplina a qual é instrutor responsável e em geral participa das avaliações. O professor tutor  também é o agente motivador/orientador que fará o acompanhamento e a avaliação da aprendizagem dos alunos durante todo o processo de ensino. É importante lembrar que o mesmo não pode se restringir apenas à sabedoria de maneira individual, no entanto ser o principal facilitador da sabedoria coletiva.
Seminário 06/05/2011 -

As possibilidades das tecnologias na EaD.


Tivemos a oportunidade de dividir com a equipe Renata e Thaysa os conhecimentos e as possibilidades que se abrem com a amplitude das tecnológias na EaD como a TV a cabo,  facilita-nos comunicar-mos a distância. Aprendemos os cursos a serem realizados são: cursos de atualização, de extensão.  As possibilidades de interação são proporcionais ao número de pessoas envolvidas. Interação on-line (ao vivo) e aulas presenciais com interação a distância.
Seminário 29/04/2011 -

A Heutagogia, Andragogia e Aprendizagem

A equipe: Sandra e Mitalma inicia a abordagem, falando da Heutagogia: A qual é o ensino caracterizado como o estudo da aprendizagem. Ainda assim, neste o aluno é o único responsável pela aprendizagem, onde não existe a ajuda do professor Ele é o único responsável por seus próprios conhecimentos. Logo após a equipe apresenta os preceitos da Andragogia: Que é o ensino voltado aos adultos. É um tipo de aprendizagem através da experiência.  Segundo nossa colega de classe Sandra Dias, diante das afirmações de Paulo Freire: “Ensinar não é transferir conhecimento.” Abordam ainda que o Construtivismo é onde os conhecimentos são construídos.E que o conhecimento surge a medida em que o aluno realiza suas atividades. O  professor está ali para auxiliar/mediar/guiar o conhecimento de seus alunos de maneira correta. Onde este conhecimento é obtido pelo aprendiz através da leitura, estudos, troca de conhecimentos com os professores. Acreditamos que Heutagogia seja “O Estudo da aprendizagem, em que o aluno emite sua autonomia de pesquisas, conclusões e soluções com o auxilio de alguém especial. Que Andragogia é uma nova versão para a nossa atual metodologia e tradição da educação, a qual tem especialidade o ensino para adultos. Em outras palavras concluímos que tanto a Heutagogia como a Andragogia são relativamente dependentes entre si, quando ambas estão juntas para dar uma boa qualidade ao aprendizado do discente na EAD.
SEMINÁRIO:29/04/2011

O aluno autônomo na EAD


Na EAD, o aluno e o professor estão interligados pela internet e recursos tecnológicos. Nessa forma de ensino, a aprendizagem do aluno é autônoma, ou seja, o aluno é responsável pela construção de sua própria aprendizagem. Porém, não descarta a atuação do professor nesse tipo de aprendizagem, mas cabe ao docente criar formas de estimular a aprendizagem de seu aluno. Essa postura não deve ser apenas colocada na modalidade de ensino da EAD, mas também em aulas presenciais. O aluno é o construtor de seu conhecimento.
Algumas atribuições que se encaixam no aluno de EAD: acessar diariamente o seu endereço eletrônico, organização de metodologia, realizar as atividades propostas pelo tutor, aprofundar-se nas atividades, enfim, cabe ao aluno eixos básicos de responsabilidade, organização e disciplina.

Aula 29/04

Legislação da EAD

Baseando-nos na Lei n.º 9.394 e na aula a distancia que tivemos hoje podemos relatar que: Em outras palavras, via internet pelo MSN. Ampliamos a nossa visão sobre o letramento digital e entendendo que não é fácil esse estudo a distância, percebendo que requer mais empenho do discente e , também, do docente onde os mesmos serão desafiados nessa cultura digital que está em constante evolução e naõ esquecendo que a EAD também requer a autonomia para com os recursos tecnológicos voltado para a educação digital. Ainda assim:  “A experiência nos possibilitou vivenciar e comprovar na prática o quanto à aprendizagem colaborativa é viável e enriquecedora. Ficou evidente que é possível sim construir novos conhecimentos a partir do trabalho colaborativo em EaD”.
  • Abaixo seguem as legislações da Educação a Distância no Brasil:
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/anotada/2695896/art-80-da-lei-de-diretrizes-e-bases-lei-9394-96
  • Portaria Ministerial nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004
  • Portaria Ministerial nº 4.361, de 29 de dezembro de 2004
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/port_4361.pdf
  • Decreto Lei nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005
  • Lei nº5.773, de 9 de maio de 2006 - trata da Educação Superior no Sistema Federal de Ensino.
Aula em 26/03

As gerações da EAD

Nesta aula vimos  As Gerações da EaD, onde muitos teóricos escrevem defendendo cada geração.     As gerações da EaD fazem-nos refletir as transformações que a educação sofre em meio a pedagógica para ser aceita todos esses anos como podemos analizar na linha do tempo da EaD.    Vimos também as seis gerações as quais passou a EaD :

1º Geração: Ensino por Correspondência; A primeira fase da EAD é vista como a geração textual (1890 a 1960), que caracterizou-se por estudos através de correspondência.Vale destacar que nessa geração a interatividade era escassa ou não existia entre as partes, pois, era baseada numa atitude isolada de auto-aprendizagem apenas com o uso do material impresso. Geralmente estava orientada em um guia de estudos com exercícios escritos e tarefas a serem realizadas e enviadas pelos correios. Nesta geração, a EAD tratava fundamentalmente de atingir uma parcela da população que não tinha outra possibilidade de acesso à educação (por razões geográficas, por falta de escolas próximas, entre outros).  
   2º Geração: Transmissão por rádio e televisão; A segunda geração, conhecida como geração analógica (1960 a 1980) teve início com o surgimento das Universidades Abertas; a primeira no Reino Unido em 1969. Essa geração fundamentava-se em oferecer uma segunda oportunidade de formação a uma grande parcela da população adulta, que não teve acesso à educação quando em idade escolar.    3º Geração: CD, DVD, Computador; A partir da década de 1990 surge a terceira geração de cursos a distância, agora baseados no uso do computador e da internet, que possibilita a comunicação de forma síncrona ou assíncrona (chats, fóruns, listas de discussão e outros). Os trabalhos desenvolvidos nessa geração, de certa forma, permitem a universalização do aprendizado devido ao advento dos avanços tecnológicos. Vale ressaltar, que estes avanços tecnológicos viabilizam um tipo de interação social entre alunos e professores que supera a “distância social” bem como a “distância geográfica” e o "tempo". Em seguida surgem a: 4º Geração: Teleconferência; 5º Geração: Internet/Web; 6º Geração: Second Life.
Assista ao vídeo: GERAÇÕES DA EAD
Aula:18/03/2011

Aspectos históricos

Desde a Antigüidade constatam-se iniciativas de intercambiar informações, de veicular orientações, instruções entre pessoas ou cidades dedicam à modalidade da educação a distância. Tanto na Grécia como, posteriormente, em Roma, as pessoas comunicavam-se através de correspondência (correio), com o intuito de troca de informações sobre o cotidiano privado e/ou da comunidade, transmitindo informações, notícias úteis ao desenvolvimento econômico e social das comunidades. No entanto é na modernidade que se manifestarão as primeiras iniciativas de ensinar determinados saberes sem a relação presencial entre o preceptor (professor) e o aprendiz (aluno).

Aula:11/03/2011

As ciências que envolvem a EAD

Percebemos que a Educação a Distância está envolvida nas seguintes ciências:

  • Filosofia
  • Psicologia
  • Sociologia
  • Antropologia e
  • História
Aula em 25/02

As ciências tecnológicas

Hoje assistimos o vídeo de Eduardo Chaves, onde é relatado por ele dois aspectos importantes sobre a EaD. Estes são: A diferença existente entre EaD e o Ensino da EaD, explica que na EAD abrange tudo em uma formação, ampliando o seu universo entre o processo de ensino-aprendizagem. Já o ensino da EaD tem uma tendência antiquada não usando para fins que realmente se torne educativo.  Chaves também, destaca que a EAD dispertou no momento em que surgiu a internet na qual ajudou a ampliar o curso da EaD e mostrando, em seguida, as vantagens em realizar um curso a distância. 
 Onde deparamo-nos com a ajuda tecnologica, a aprendizagem coletiva, o profissional que surge e o mercado de trabalho na área da tecnologia.
 Sendo, também, de grande importância ressaltar que Chaves (2009), considerou duas megas tendências da Educação a Distância, isto é: Educação Formal e Educação não Formal, existindo cursos sequenciais nas faculdades e universidades, e cursos oferecidos por empresas, por gurpos, etc.
         Concluimos que existem inúmeros conceitos de educação a distância que foram sendo construídos ao longo do tempo. Desde o início parece ter havido uma tendência de identificar a educação a distância pelo que ela não é, comparativamente à educação presencial. Os conceitos elaborados nessa perspectiva partem de um referencial externo ao objeto, acentuando a diferença da educação a distância em relação à escola convencional, onde o professor em sala de aula constitui a figura central do processo de aprendizagem.
Assista agora um vidéo do JN sobre: EAD
Aula: 18/02/2011

Educação à distância

            De acordo com a legislação educacional brasileira, "educação a distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação."(definição que consta no Decreto n.º 2.494, de 10 de fevereiro de 1998, que regulamenta o art. 80 da LDB lei n.º 9.394/96.)

Aula:11/02/2011